Hoje estava dando uma vasculhada em sites de notícias quando me deparei com a seguinte manchete no g1.globo.com: "Cadeirante passa em primeiro lugar em concurso mas não é chamado". É ou não é de se indignar com uma coisa desta!
Na matéria dizia que o rapaz (João Paulo Fernandes), que é cadeirante é formado em veterinária, e prestou concurso para fiscal do conselho de medicina veterinária do estado de São Paulo, passou em primeiro lugar e foi preterido, pois o segundo colocado foi convocado para exercer a função e ele por se cadeirante não.
Vejamos, se no edital do concurso não dizia nada contra cadeirantes prestar o concurso, por que tomaram tal medida preconceituosa contra o rapaz? Normalmente editais de concurso publico tem que ter uma cota para deficientes, isto é amparado por lei.
É aquilo que sempre digo e não canso de dizer, o estado brasileiro É FASCISTA E PRECONCEITUOSO. O Brasil um pais em desenvolvimento, tanto na economia tanto na forma do governo lhe dar com seu povo. Quando é que negros como eu terão as mesmas opções de emprego que são dadas aos declarados brancos? E os salários, quando é que homens negros e mulheres terão o mesmo salário de um homem declarado branco, exercendo a mesma função?
Quando é que cadeirantes como este rapaz da matéria, terá acesso igualitário a todo tipo de serviço e lugar como nós desprovido de deficiência física? (não sei se o termo esta certo, se não estiver me corrijam por favor).
São questões sem respostas como esta que nos faz refletir sobre aquela afirmação de lá quando nossos pais ainda eram jovens, de que o Brasil seria o país do futuro, o futuro chegou, e onde estamos... Debatendo se um cadeirante, formado e concursado deve ou não exercer a função que lhe és de direito.
É de uma injustiça sem tamanho o que estão fazendo com este rapaz. Estão privando-o de exercer seu trabalho honesto. As coisas no Brasil funcionam assim amigos, tem que ser “perfeitinho” aos olhos da sociedade para que você não enfrente obstáculos como este do João Paulo.
Atitudes de conduta duvidosa como esta devem ser denunciadas ao ministério publico, assim como fez João Paulo, que correu atrás dos seus direitos de cidadão brasileiro. Que sirva de exemplo para todos nos, o poder de superação e cidadania de João Paulo.
Matéria do Bom dia Brasil (ontem, 17-05-2010
Na matéria dizia que o rapaz (João Paulo Fernandes), que é cadeirante é formado em veterinária, e prestou concurso para fiscal do conselho de medicina veterinária do estado de São Paulo, passou em primeiro lugar e foi preterido, pois o segundo colocado foi convocado para exercer a função e ele por se cadeirante não.
Vejamos, se no edital do concurso não dizia nada contra cadeirantes prestar o concurso, por que tomaram tal medida preconceituosa contra o rapaz? Normalmente editais de concurso publico tem que ter uma cota para deficientes, isto é amparado por lei.
É aquilo que sempre digo e não canso de dizer, o estado brasileiro É FASCISTA E PRECONCEITUOSO. O Brasil um pais em desenvolvimento, tanto na economia tanto na forma do governo lhe dar com seu povo. Quando é que negros como eu terão as mesmas opções de emprego que são dadas aos declarados brancos? E os salários, quando é que homens negros e mulheres terão o mesmo salário de um homem declarado branco, exercendo a mesma função?
Quando é que cadeirantes como este rapaz da matéria, terá acesso igualitário a todo tipo de serviço e lugar como nós desprovido de deficiência física? (não sei se o termo esta certo, se não estiver me corrijam por favor).
São questões sem respostas como esta que nos faz refletir sobre aquela afirmação de lá quando nossos pais ainda eram jovens, de que o Brasil seria o país do futuro, o futuro chegou, e onde estamos... Debatendo se um cadeirante, formado e concursado deve ou não exercer a função que lhe és de direito.
É de uma injustiça sem tamanho o que estão fazendo com este rapaz. Estão privando-o de exercer seu trabalho honesto. As coisas no Brasil funcionam assim amigos, tem que ser “perfeitinho” aos olhos da sociedade para que você não enfrente obstáculos como este do João Paulo.
Atitudes de conduta duvidosa como esta devem ser denunciadas ao ministério publico, assim como fez João Paulo, que correu atrás dos seus direitos de cidadão brasileiro. Que sirva de exemplo para todos nos, o poder de superação e cidadania de João Paulo.
Matéria do Bom dia Brasil (ontem, 17-05-2010
